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mai 4

Written by: admindico
04/05/2018 16:39  RssIcon

A autora do livro Extraordinário decidiu fazê-lo ao passar por um incidente ocorrido quando ela e seu filho estavam em uma fila para comprar sorvete. Seu filho viu uma menina com síndrome de Treacher Collins e começou a chorar. Ao tentar retomar o controle da situação, ela procurou disfarçar seu constrangimento, afastando-se com o filho para não chatear a menina ou a família dela, atitude que só piorou o ocorrido.

O livro conta a história de August Pullman, um garoto com uma deformação facial causada por uma questão genética. Auggie inicia uma nova fase de sua vida quando vai para a escola pela primeira vez. Ao conferir a narrativa a partir do ponto de vista do menino, de seus amigos ou de familiares, isso nos ajuda a refletir sobre a nossa habilidade ou inabilidade de conviver com as diferenças e o quanto se sentir desafiado por essa situação colabora para que a gente aprenda a identificar situações de preconceito e de violência, como o bullying, por exemplo. Episódios discriminatórios como esses são ótimas oportunidades para se falar abertamente sobre a diversidade e o respeito à singularidade. Assim, como o livro é infantojuvenil e a narrativa conta com riqueza de detalhes questões delicadas, descritas de um jeito leve, eu o indico para todas as idades, sobretudo para compartilhar a leitura e os espaços de diálogo entre educadores, estudantes e seus familiares.

A maior barreira para que a educação inclusiva seja uma realidade na educação brasileira é a atitudinal. Ter uma deficiência, em geral, significa conviver com o estigma da impossibilidade, da incompetência e da inferioridade. No caso do livro, embora a deformidade facial não se caracterize como uma deficiência, os desafios decorrentes dessa particularidade de Auggie nos ajudam a promover discussões sobre o processo de inclusão nas escolas. Quando August tem espaço para ser ele mesmo no cotidiano escolar é que aparecem as oportunidades de se desenvolver, fazer novos amigos, ser independente e descobrir o que realmente gosta.

O livro ganhou uma adaptação para o cinema, com título homônimo ao livro e lançado em 2017. 

Aline Santos é relações públicas e especialista em plataformas colaborativas para o engajamento de causas na internet e exercício do controle social. Atua desde 2011 no terceiro setor, onde realizou projetos de acessibilidade comunicacional, mapeamento de práticas educacionais inclusivas e desenvolvimento de portais e ambientes EAD acessíveis. Atualmente coordena o DIVERSA (www.diversa.org.br), rede colaborativa dedicada ao tema da educação inclusiva e desenvolvida pelo Instituto Rodrigo Mendes.

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