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Notícias

dez 3

Written by: adm
03/12/2018 10:44  RssIcon

SEG, 03.12.2018

Contribuindo para a promoção da igualdade no acesso às novas tecnologias, a Escola de Formação de Professores recebeu o evento de encerramento do RoboLab – Conectando a Educação ao Futuro. O projeto reconheceu os melhores projetos de robótica, desenvolvidos por dez escolas públicas participantes da iniciativa piloto. Quatro foram premiadas, sendo três escolhidas por uma comissão e uma pelo voto popular.

Os grandes vencedores do dia foram os alunos e professores da EE Artista Plástico Emanoel Alves de Araújo, com o projeto “Cérebro do Teto Solar”, criado para aperfeiçoar o uso de placas solares.

Em segundo lugar ficou a EE Paulino Nunes Esposo, que inventou uma “Estufa Ecológica Programada”. O equipamento possui um sistema de luminosidade, irrigação e infravermelho, que aciona um alarme em casos de infestação de insetos. A terceira colocada foi a EE Santo Dias da Silva, com um “Filtro inteligente” para medir o PH da água dos bebedouros nas escolas.

O voto popular escolheu o “Security Locker”, a invenção dos estudantes da EE Doutor Mário Lopes Leão, que ativa um sensor quando os armários da escola são abertos indevidamente.

Tecnologia nas escolas públicas

O projeto, que nasceu da parceria entre a Secretaria da Educação com a empresa Qualcomm e o Grupo+Unidos, teve início em julho deste ano e impactou diretamente 450 alunos.
Trinta professores, de dez escolas estaduais paulistas, tiveram a oportunidade de participar de doze oficinas de formação em linguagem computacional e robótica, permeadas por conceitos de Design Thinking e de Aprendizagem Baseada em Problemas (PBL – Problem Based Learning). As formações foram realizadas na EFAP, com apoio dos parceiros, além do Instituto Crescer e da Coordenadoria de Gestão da Educação Básica.

Cada uma das escolas teve um laboratório equipado com kits de robótica, projetores, notebooks e conexão à banda larga móvel de alta velocidade. E a partir dos novos conhecimentos, os educadores puderam replicar as metodologias de ensino aprendidas em sala de aula; e os alunos, desenvolver protótipos, que solucionaram problemas reais de seu cotidiano.
O secretário da Educação, João Cury, esteve presente no evento e ressaltou a importância desse tipo de ação para engajar o estudante e ajudá-lo a desenvolver competências imprescindíveis para o mundo atual. “O projeto ressignifica o ambiente escolar. Os alunos se sentem motivados quando são estimulados pela sua engenhosidade, sua criatividade. Hoje, nós temos uma série de profissões que deixarão de existir. Então, ele instiga a pensar em coisas inovadoras, principalmente no mercado de trabalho.”

O projeto também reforça o valor da colaboração entre Poder Público e iniciativa privada na promoção de uma educação de qualidade. Para Rafael Steinhauser, vice-presidente sênior e presidente da Qualcomm para a América Latina, o desenvolvimento do ensino por meio da inclusão digital é necessário também para a inserção social. “Se para os alunos do ensino público eu não der as mesmas ferramentas e contextos que os meninos do ensino privado têm, não só ampliamos o desafio, mas também contribuímos com o desequilíbrio e desigualdade no Brasil.”

Na ocasião foi assinada uma resolução para garantir a continuidade do projeto e seu alcance, visando beneficiar todas as escolas e alunos da rede pública estadual paulista de ensino.

 

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